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APONTAMENTOS PARA A HISTÓRIA DA MAÇONARIA

Autor: LUIZ GONZAGA DA ROCHA

A Revolução de fevereiro de 1848, havida na França, alcançou Pernambuco, onde o espírito de rebeldia se apresentava com maior impetuosidade, açulado por uma imprensa combativa e panfletária, prometendo transformar o mundo, e, as colunas da Praia iriam se associar ao contexto sociocultural e político-reivindicatório das Revoluções que tiveram o seu ponto de partida em Paris.

Ademais, em Pernambuco, reinava um clima favorável à expansão das ideias de reforma social, visto que o momento histórico era de liberdade. A agitação popular correspondia a existência de uma elite intelectual propensa à compreensão dos proncípios socilistas.

A tese a justificar é a presença e a participação ativa da Maçonaria e de Maçons na Insurreição desencadeada em Pernambuco no ano de 1848. visto que a sa perspectiva revolucionária marcara, muito fortemente, a sociedade pernambucana nas insurreições e movimentos constestatórios que consolidaram a ardência natural do povo pernambucano, consolidado hoje como "maligno vapor pernambucano".

O grande mote seria o ideal liberal republicano alicerçado nos princípios já consagrados na ideologia maçônica, principalmente na trilogia Liberdde, Igualdade e Fraternidade que embevecia a muitos dos líderes maçônicos no Brasil e que desde muito ansiavam pela criação de uma nova ordem política que pudesse agasalhar todos os interesses da sociedade.

O terreno realmente era por demasiado fértil, e enestas condições não se pode saber se o deputado Joaquim Nunes Machado ou quem quer que seja em seu lugar e liderança política, conseguiria fazer parar, atrasar ou impedir o carro da revolução em sua marcha para frente.

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